<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-13449090</id><updated>2011-04-21T18:03:42.155-03:00</updated><title type='text'>estórias</title><subtitle type='html'>as estórias dos pimpolhos...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://pirlim.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13449090/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pirlim.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>David Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11516728817507899064</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13449090.post-112121743520431353</id><published>2005-07-13T22:15:00.000-03:00</published><updated>2005-07-12T22:18:32.206-03:00</updated><title type='text'>O caminho curto</title><content type='html'>Foi numa bonita tarde de verão, daquelas cheias de sol com um ligeiro vento, que a Joana, uma menina pequenina, passeava por um lindo jardim com o desenho de um quadrado, com canteiros cheios de flores variadas forrados por uma relva muito verdinha. &lt;br /&gt;Bem no centro dele, existia um formigueiro e foi o trabalho incansável das formiguinhas que lhe chamou a atenção. Elas saíam em fila indiana do formigueiro, muito agitadas percorriam um longo e perigoso caminho por todo jardim até atingir a calçada, aonde iam colhendo pedacinhos de folhinhas verdes e de flores que nasciam por entre pedras que formavam a calçada. Colocavam então com muita dificuldade as folhinhas nas costas e uma vez mais, em fila, faziam o caminho de regresso ao seu formigueiro, a casinha delas.&lt;br /&gt;Para elas, o percurso era muito longo e difícil, pois no caminho  algumas acabavam sendo pisadas pelas pessoas que passavam por ali, ou então às vezes até perdiam as suas folhinhas e desnorteavam-se... era sem dúvida um trabalho muito sofrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante daquela cena toda a Joana falou com os seus botões os seguinte:&lt;br /&gt;-“Coitadinhas..., elas não sabem de que o formigueiro está bem no meio do jardim. Na verdade não precisavam sofrer tanto fazendo todo esse percurso, pois estão cercadas pelo verde e pelas flores. Bastaria apenas que saíssem do formigueiro e vasculhassem tudo á volta. Têm tudo á sua volta!! Tadinhas delas...!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Também nós, na vida percorremos longos caminhos á procura da felicidade, do nosso objectivo de vida.&lt;br /&gt;Nessa insistente busca , acabamos por sofrer ficando tantas vezes com falta de ânimo e no regresso a casa vimos vazios, de mãos a abanar, porque não tivemos consciência de que as coisas realmente importantes estão bem mais próximas de nós, tão chegadas que nem imaginamos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E o perto que fica longe, quando o longe é afinal perto, logo ali&lt;/strong&gt;.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13449090-112121743520431353?l=pirlim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pirlim.blogspot.com/feeds/112121743520431353/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13449090&amp;postID=112121743520431353' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13449090/posts/default/112121743520431353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13449090/posts/default/112121743520431353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pirlim.blogspot.com/2005/07/o-caminho-curto.html' title='O caminho curto'/><author><name>David Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11516728817507899064</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13449090.post-111896107484534789</id><published>2005-06-16T19:29:00.000-03:00</published><updated>2005-06-18T02:35:27.783-03:00</updated><title type='text'>Esperança</title><content type='html'>Era uma vez que duas rãs que tinham o nome de Pocinhas e a outra Verdinha, isto porque a Verdinha era toda verde, bonitinha e a outra adorava saltar de um lado para o outro, como ela saltava, era mesmo gira a saltar e fartava-se de falar, quack quack quack...&lt;br /&gt;É claro que elas estavam sempre a saltar, empurravam as duas patinhas de trás e pimba, lá ia salto. A brincadeira durava o dia todo, desde o nascer do sol ao começo da noite.&lt;br /&gt;Certo dia, as duas brincavam  distraidamente e saltitavam dentro de um curral.&lt;br /&gt;De repente, num desses saltos, caíram ambas num balde de latão cheio de leite. As bordas do balde eram lisas e altas, não havia a menor possibilidade de saírem dali. Mergulhadas no líquido, não havia como empurrar com as patas traseiras o corpo e saltar para fora.&lt;br /&gt;Ao perceber que sua amiga estava quase se afogando, a Pocinhas disse:&lt;br /&gt;- Não desistas, Verdinha! Continua a bater os braços! Mantenha-se flutuando!&lt;br /&gt;- Não adianta! – respondeu a outra – Estou exausta, cansada! E de que adianta manter-me a nadar se não existe nenhuma maneira de sair daqui?&lt;br /&gt;- Continua! Não desistas! Mantém a calma e luta! Enquanto há vida, há esperança! Continua batendo os braços com toda a força!&lt;br /&gt;- Não vale a pena Pocinhas! Estou cansando-me e não consigo ver como nos podemos salvar!!&lt;br /&gt;Dito isto, parou de lutar, passado algum tempo afundou-se e morreu afogada.&lt;br /&gt;- Não posso desistir – dizia a Pocinhas – Deve haver uma saída. Vou continuar a lutar com todas as minhas forças. Tenho que me manter viva.&lt;br /&gt;Debateu-se a noite toda. E lutou tanto dentro do leite, nadando, nadando que este acabou por se tornar manteiga. Agora, sim, apoiada sobre uma base sólida da manteiga, bastou descansar um pouquinho, tomar impulso para fora do balde de latão e recomeçar sua vida sã e salva, com pena da sua amiga Verdinha que tinha desistido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Desde que o mundo é mundo, os problemas são sempre os mesmos.Tudo é uma questão de perseverança, de luta. Cada um de nós tem uma maneira diferente de enfrenta-los e é essa maneira que vai determinar o nosso sucesso ou o nosso fracasso.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13449090-111896107484534789?l=pirlim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pirlim.blogspot.com/feeds/111896107484534789/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13449090&amp;postID=111896107484534789' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13449090/posts/default/111896107484534789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13449090/posts/default/111896107484534789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pirlim.blogspot.com/2005/06/esperana.html' title='Esperança'/><author><name>David Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11516728817507899064</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13449090.post-111802635112418663</id><published>2005-06-05T23:51:00.000-03:00</published><updated>2005-06-05T23:52:31.126-03:00</updated><title type='text'>Borboletinha Lalíca</title><content type='html'>Havia um menino pequeno, mais ou menos com catorze anos, chamado Zeizei que vivia no país das flores amarelas gigantes. Os seus pais tinham uma casa com um bonito jardim, cheio de flores e arvores. Havia arvores de fruto e outras que apenas davam sombra, mas eram tão bonitas e grandes, parecia que chegavam ao céu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Zeizei, certo dia quando passeava pelo jardim em frente à sua casa, olhou para um canto onde estavam várias flores e no chão, bem no meio delas, viu um casulo meio amarelado. Baixou-se para ver melhor e reparou que ele tinha uma pequena abertura, um buraquinho muito pequenino. &lt;br /&gt;Sabes, o casulo tem uma lagarta que depois de passar algum tempo fica uma borboleta, e assim sucessivamente. &lt;br /&gt;Sentou-se bem em cima de uma pedra perto do local onde o casulo estava e ficou a observar (ver) o que iria acontecer, como é que a lagarta conseguiria sair por um orifício (buraco) tão, tão pequinito. Mas logo lhe pareceu que ela, a lagartinha, havia parado de fazer qualquer esforço, como se tivesse feito todo e agora não conseguisse mais progredir. Parecia que ela tinha morrido de tanto esforço que tinha feito. Foi então que o Zeizei resolveu ajudá-la: pegou um canivete que tinha num saco junto à sua merenda para romper o restante casulo. E... zázzzzzzzz a borboleta pode sair com toda a facilidade..., mas seu corpo estava murcho: além disso, era muito, muito pequena e tinha as asas amassadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prontamente o Zeizei deu-lhe um nome, Lalíca, assim se chamava a nova borboleta. Ele continuou observa-la porque esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se estendessem para ao abanarem pudesse a borboletinha voar. Mas nada aconteceu! Na verdade a borboleta iria passar o restante da sua vida rastejando com o corpo murcho e asas encolhidas. Nunca foi capaz de voar, ainda que muito quisesse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o Zeizei em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo com o seu buraquinho bem pequeno e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura eram o modo pelo qual Deus fazia com que o sangue, fluido do corpo daquele pequenino inseto circulasse até suas asas para que ela ficasse pronta para voar assim que se livrasse daquele invólucro, o casulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quase sempre precisamos na nossa vida do esforço para se conseguir algo. Se Deus nos desse tudo, sem qualquer obstáculo, ficávamos condenados a uma vida atrofiada e jamais seriamos seres tão fortes como poderíamos ter sido. Jamais poderíamos voar por esse mundo imenso. &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13449090-111802635112418663?l=pirlim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pirlim.blogspot.com/feeds/111802635112418663/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13449090&amp;postID=111802635112418663' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13449090/posts/default/111802635112418663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13449090/posts/default/111802635112418663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pirlim.blogspot.com/2005/06/borboletinha-lalca.html' title='Borboletinha Lalíca'/><author><name>David Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11516728817507899064</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13449090.post-111802628033288713</id><published>2005-06-05T23:49:00.000-03:00</published><updated>2005-06-05T23:51:20.336-03:00</updated><title type='text'>Um dia no sol do açucar</title><content type='html'>PARTE I &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele dia, quando o sol quente brilhava, a formiga da quinta pata partida saia de casa em busca de algo bem doce, até bastava um grão de açucar, assim juntava a tantos outros no armazem A. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas onde fica esse armazém? Perguntas tu a mim. &lt;br /&gt;- Armazém A? (Questionas indignada com a letra A.) Que coisa estranha, dar o nome de uma letra a um armazém &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem! &lt;br /&gt;Era o armazém mais doce do reino das formigas. Ele estava naquela zona onde existe armazéns para tudo, mas este era o mais bonito de todos. Brilhava que nem só! Tinha uma luz própria iluminando o bairro onde se situava.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13449090-111802628033288713?l=pirlim.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://pirlim.blogspot.com/feeds/111802628033288713/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13449090&amp;postID=111802628033288713' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13449090/posts/default/111802628033288713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13449090/posts/default/111802628033288713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://pirlim.blogspot.com/2005/06/um-dia-no-sol-do-aucar.html' title='Um dia no sol do açucar'/><author><name>David Miranda</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11516728817507899064</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
